O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções.
O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções.
(via maisumnasociedade)
(via beijos-blues-e-poesia)
Gostosa. Você sabe como isso é gostoso quando se fala bem pertinho do ouvido. Nisso guardo a minha melhor voz acompanhada daquele sussurro que arrepia. Um arrepio necessário para deixar o outro lado do seu pescoço desprotegido. Seu ponto fraco sempre foi o ouvido, já eu sempre fui bom com a boca. Beijos acompanhados de mais beijos, acompanhados de outros beijos que assim formaram um caminho do seu pescoço até a boca. Caminho necessário para eu me perguntar: para que beijar só a boca se eu tenho o corpo todinho? Então depois de tudo isso te jogo na cama, coloco tuas pernas no meu ombro e fim, ganhei. Ganhei um olhar que poderia me dizer tudo, mas no fundo só queria me dizer uma coisa: de novo.

“E eu decidi que você combina comigo, então vamos para algum lugar onde ninguém possa nos ver”

Vício!

Tirou a roupa, entrou no mar, pensei:
“Meu Deus que bom que fosse…”
Tu me apresenta essa mulher
Mermão, te dava até um doce!
Sem roupa ela é demais
Também por isso eu creio em Deus
Meu bom, meu Deus, meu bom me traz!
(via leis-denewton)
Apertar a tecla pause no momento mágico, no beijo em quem se ama, na hora do orgasmo.
Facção Central
(via negro-limitado)

Então deixa eu tirar seu sutiã que o mundo acaba amanhã, sutiã da cor da maçã, doce. Eu tirei com a boca, ela encantou-se. Me perder com a língua nessa pele lisa e conhecer o ponto em que a matéria dela fica mais densa e não para…E o que eu mais penso, nem vou falar. Onde eu vou parar desse jeito? Bem de pertinho a pele arrepia…Don L.
By far